quarta-feira, 19 de novembro de 2014

A Importância do Cálculo Mental

Na nossa vida diária, temos necessidade de fazer inúmeros cálculos. Contudo, em grande parte deles não recorremos ao papel e ao lápis. Antes, são realizados mentalmente. Mesmo no cálculo escrito, somos chamados a fazer uso de um intenso cálculo mental. Os processos do cálculo mental são diferentes dos que são usados nos algoritmos escritos.
     Existe uma variedade de métodos de cálculo mental que tiram partido das propriedades dos números e das operações. Por exemplo, 8 está perto de 10, 25 é um quarto de 100 ou 6 mais 4 é 10. É comum modificar os valores e depois compensar (arredondar, dobrar ou dividir ao meio). O cálculo mental pode utilizar versões primitivas das operações. A adição pode fazer-se por contagem; a multiplicação por adições sucessivas.
     A prática do cálculo mental, apesar de não ser muito estimulada pelas escolas brasileiras, pode desenvolver habilidades como a atenção, a memória e a concentração. Além disso, o trabalho sistemático envolvendo o cálculo mental possibilita a memorização de um repertório básico de cálculo.

o trabalho com o cálculo mental é um trabalho individual de desenvolvimento da memória, pois cada um possui estratégias e procedimentos diferentes que serão disponibilizados no contato com a situação–problema. O cálculo mental também contribui para um maior domínio do cálculo escrito à medida que o agiliza, além de permitir ao aluno perceber algumas propriedades e regularidades das operações. 

Bibliografia Complementar

 Malba Tahan expôs o livro em forma de romance um livro recheado de informações, histórias e curiosidades sobre a matemática. É uma história onde o fascínio dos números é desvendado e a tentativa do leitor de solucionar cada problema é inevitável, portanto imperdível para todos aqueles que buscam conhecer um pouco mais da história da matemática e querem enxergar as coisas de forma mais precisa e objetiva e, de quebra, entender um pouco mais dos hábitos e costumes dos árabes.



A proposta adotada por Luiz Marcio Imenes retrata uma linguagem de fácil compreensão e a utilização de muitas imagens também simplifica o contexto e auxilia no processo de aprendizagem. Sua obra tem o objetivo de mostrar a evolução na utilização dos números, com o passar do tempo, as pessoas foram substituindo velhas técnicas de contagem por marcas e agrupamentos e passaram a usar uma escrita simbólica. Tal escrita é composta por símbolos e diversas civilizações criaram um sistema de símbolos (números) próprios.




Tipos de multiplicação

Uma forma divertida de se aprender multiplicar ..



Tagram











 Letras :



Números:


terça-feira, 18 de novembro de 2014

O cotidiano dos números.

O cotidiano dos números 

     Os exercícios realizados com o objetivo de incorporar as atividades corriqueiras no ensino da matemática trazem grandes resultados. A aluna que resolveu tais exercícios propostos correspondeu as expectativas realizando todas as atividades.
     A aluna já faz as somas de dinheiro sem confusões e sabe conferir o troco, percebendo se está certo ou errado. Nas unidades de medida, soube discernir a função de cada ponteiro, soube ver as horas, porém, na ilustração, fez os dois do mesmo tamanho.
     Nota-se a percepção da aula de forma clara de onde aplicamos a linguagem  matemática no nosso cotidiano.

A construção conceitual das operações

20 situações em que as operações matemáticas são utilizadas.

1- Comparar preços
2- Fazer compras
3- Ligar para alguém
4- Placas de trânsito
5- Números de roupas
6- Números de sapatos
7- Ver as horas
8- Tempo de preparo dos alimentos
9- Troco de dinheiro
10- Temperatura do corpo
11- Clima
12- Peso de objetos, alimentos e pessoas
13- Verificar comprimento (altura/largura)
14- Embalagens (capacidades)
15- Agrupamentos (grupos/disposição)
16- Obras (construção)
17- Loja de materiais esportivos
18- Extrato bancário
19- Lista de materiais escolares
20- Telefone (discagem dos números)

Pesquisar atividades que utilizem o ábaco como recurso para compreensão das casas decimais.

1.Atividade
Os alunos vão ser divididos em grupos, um por vez, pegará os dois dados e jogá-los, conferindo o valor obtido. Este valor deverá ser representado no ábaco. Para representá-lo irão  colocar as argolas correspondentes ao valor obtido no primeiro pino da direita para a esquerda (que representa as unidades). Após todos os alunos terem jogado uma vez, deverão jogar os dados novamente, cada um na sua vez. Quando forem acumuladas 10 argolas (pontos) no pino da unidade, o jogador deve retirar estas 10 argolas e trocá-las por 1 argola que será colocada no pino seguinte, representando 10 unidades ou 1 dezena. Nas rodadas seguintes, os jogadores continuam marcando os pontos, colocando argolas no primeiro pino da esquerda para a direita (casa das unidades), até que sejam acumuladas 10 argolas que devem ser trocadas por uma argola que será colocada no pino imediatamente posterior, o pino das dezenas. Vencerá quem colocar a primeira peça no terceiro pino, que representa as centenas.

Possivelmente seja necessário realizar esta atividade mais de uma vez. É importante que os alunos possam registrá-la em seus cadernos, observando as estratégias e os pontos obtidos por cada um dos jogadores, etc.

 

 

                                                                                             



2.Atividade



Mais uma atividade simples, desta vez trabalhando o conceito de par e ímpar, para crianças de primeiro e segundo ano.

Será distribuída uma folha para cada aluno para que escrevam por extenso se é impar ou par. Peça aos alunos para marcarem os pares com o tracinho que une duas unidades para facilitar:

 
                                                                         
                                                          


 

Utilizando o ábaco, responda o que se pede nas atividades:
1-Retire uma unidade do número 30. Quanto ficou?
Resposta:29


2-Acrescente uma unidade ao número 99. O que aconteceu?
Resposta:100


3- Acrescente uma dezena e 2 unidades ao número 250. E agora o que aconteceu? Resposta:262


Esta atividade acima foi realizada com uma criança do 5Ano do ensino fundamental I. Ela teve um pouco de dificuldade no início para entender onde ficava a unidade, dezena, centena. Primeiramente confeccionamos um ábaco com material reciclável, para despertar a curiosidade e interesse da criança, e então expliquei como funcionava, pois ela ainda não aprendeu a calcular com o ábaco, não é utilizado na aula de matemática da escola onde estuda, ela faz as contas no papel e algumas mentalmente.
Ao final da atividade a criança  elogiou o ábaco, dizendo que era divertido por ser colorido e que queria "brincar de novo" outro dia. O ábaco utilizado é parecido com as imagens abaixo.

 
 
 
 
Atividade elaborada para crianças de 8 ou 9 anos, já com prévio conhecimento da utilização do ábaco e noções básicas de divisão, subtração e adição, o uso do ábaco foi feito sem grandes dificuldades, gostaram muito da utilização deste recurso pedagógico, falam que as aulas ficam mais divertidas.

 

1- Compreender que 10 unidades sempre podem ser trocadas por uma dezena, e vice-versa como fazer no Ábaco?

 2- O ábaco pode substituir a calculadora?

 3- Quem conhece o ábaco e para que ele Serve?

4- Coloque uma dezena, divida em cinco partes. Quantas unidades ficaram em cada parte?